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Acertos de uma Miúda

"I felt in love for a whisper, a demon, a torment. I felt in love for a madness."

Will Wright e os The Sims 4

Voltámos aos Sims 1 ou Sims 2? Nada de Sims 3. Não sei se agradeça ao Will Wright pela qualidade dos gráficos, ou se lhe mande um mail a implorar para que melhore o jogo.

Eu cheia de esperanças, antes de experimentar o jogo, e agora que já o experimentei e testei, não totalmente porque há coisas mesmo difíceis de encontrar/fazer no mesmo, estou meio que desiludida. Não me dou bem com o modo de construção, é algo que «não devia ser usado por todos, apenas artistas Simistas» (simistas?!). Mas nem tudo é mau, o jogo em sim é óptimo.

É bom que sejam lançados packs de expansão, uma vez que não posso informar nem o Will Wright nem Jeff Braun das minhas reclamações.

the-sims.pngThe-Sims-4-Wallpaper-Image-Picture.jpg

 

 

 

Have a Very Bloggy Christmas

Tenho estado um pouco ausente, e como consequente só agora é que vi que fui nomeada para o desafio “Have a Very Bloggy Christmas”. Venho um pouco tarde mas o que conta é a intenção.

Antes de responder a qualquer pergunta, agradeço à Motionless, Remains the Mess por me ter nomeado para tal.

 

Regras:

  • Agradecer e divulgar o blog que te nomeou;
  • Responder às doze questões;
  • Nomear doze bloggers que queres que realizem esta tag.

 

As perguntas:

 

   1. Árvore de Natal artificial ou natural?

Artificial. Que me lembre, nunca tive nenhum Natal com uma árvore natural. Seria interessante para o ano…

 

   2. Natal com neve ou sol?

Com neve, claro! Onde moro, nunca nevou no Natal o que acaba por ser um pouco triste uma vez que, pelo menos para mim, a neve é algo que faz parte desta época.

 

   3. Esperar pela manhã ou abrir os presentes à meia-noite?

Nunca abri os presentes de manhã portanto vou optar pela meia-noite. Cá em casa sempre houve o hábito de abrir os presentes à meia-noite. Quando era mais nova costumava jogar jogos de cartas com os meus tios, ou Monopoly, e sempre que ganhasse, tinha direito a abrir uma prenda… Foram tempos.


   4. Qual o filme que adoras ver nesta altura?
Sozinho em casa, sem dúvida. Já é como tradição. Não o 5, que estreou este Natal na TVI se não estou em erro. Sozinho em casa é com o famoso Kevin McCallister


   5. Cânticos de Natal nos shoppings: sim ou não?

Talvez. Depende muito do meu estado de espirito no dia em questão. Há dias em que adoro sair à rua e ouvir músicas de Natal, mas em demasia cansa um pouco.  


   6. Qual o uniforme que usa no dia de Natal? Pijama ou veste toda bonita?

Gostei do “veste toda bonita”, mas acho que nem uma coisa nem outra. Sempre me lembro de comprar roupa para estriar no dia 25 de Dezembro, mas nunca visto nada muito formal. Nada de vestidos.
 

   7. Qual a sua comida de Natal preferida?
Sinceramente, não sei. Acho que me fico pelos doces, depois do jantar.  

 

   8. O que quer receber neste Natal?

Okay, visto que venho tarde, já recebi os meus presentes. Não tinha pedido nada pela simples razão de não saber o que queria por isso deixei ao critério dos meus pais.

 

   9. Planeia antecipadamente os presentes ou é à última da hora?

Última da hora. Depende do que preciso mais ou do que quero mais.

 

   10. Veste de Pai Natal?
Nunca o fiz. Nem pretendo fazer.

 

   11. Qual é a sua música favorita de Natal?
“All I want for Christmas” ou “Do they know it’s Christmas time”, sem dúvida.

 

   12. Onde vai passar o Natal este ano?
Onde passei, visto que já passou. Em casa dos meus tios.

 

Os nomeados, (suponho que alguns já tenham respondido, mas visto que é regra, tenho de nomear) :

Valem Palavras 

Um Mar de Pensamentos

A Melhor Amiga da Barbie

Casinha de Chá

Uma Família Dramática

Contos da Menina-mulher

A Book and a Cup of Tea

Womanyzing

Amora Perfumada

Pensamentossoltos

Sofia Margarida

Bata & Batom

Sabes que mais?... Desisto.

Eu queria ser engraçada. Dizem que as pessoas se apaixonam por outras assim. Queria saber explicar melhor as coisas que provocas em mim, desde os medos até as curiosidades. Queria ser melhor, para mim ou para os outros mas sempre que tento aze-lo, desvio-me sempre do bom caminho. Queria, também poder entender-me melhor, mas não consigo, por isso, nem me esforço, eu não valho a pena. Talvez até valha, talvez nos dias pares, porque nos dias ímpares nem a minha sombra. Ou vice-versa, não sei se isto é uma regra, estou para descobrir. Queria ouvir mais música alternativa, a que dizem ser como cultura, queria ler livros mais clássicos, aqueles que todos lêem , ao invés de gastar tempo a ler os desconhecidos. Queria ter o ar de vencedora, demonstrar confiança mas eu só sei tremer de medo em silêncio. Queria ser metade, apenas metade, do que vês, metade do que os meus sonhos pedem e talvez um terço daquilo que as revistas dizem que as pessoas procuram em alguém, na dita cara metade. Tu não vês tudo o que eu escrevo, aliás, não vez nada. Acho que também queria falar-te, ao invés de te escrever, mas e a coragem? O que «sou», entre linhas, erros e correções, sorrisos tortos e amarelos, gostos trocados ou antigos, sou apenas eu a esconder-me de mim. Faz sentido sequer?

Chamá-los-emos monumentos de lembranças

Okey, apareci outra vez. Com mais queixas, criticas, reclamações, lembranças ou histórias, obvio. Não vou culpar a falta de tempo pela minha ausência, é injusto ser sempre o mesmo protagonista. Desta vez, diremos que foi a falta de paciência que me bloqueou as ideias, ou algo a que lhe posso chamar. A falta de paciência, a necessidade de perceber tudo e todos que me rodeiam, a minha maneira de tentar mentalizar o meu corpo de que nem todos são mais que eu... Não seria mais fácil se, ao invés de ser-mos lembrados e baralhados pelo que somos, sê-lo pelas coisas que fazemos? Elas importam mais que tudo. Mais que aquilo que dizemos, mais que a nossa aparência. As coisas que fazemos sobrevivem-nos. São como os monumentos que as pessoas constroem como homenagem aos heróis depois de morrerem. So que, em vez de pedra, são feitas de lembranças que as pessoas têm de nós. por isso os nossos atos são como os monumentos, com a única diferença de que são construídos com memórias, não pedras.

Discurso confuso, talvez o mais confuso até agora, mas oi uma das conclusões que consegui tirar num mês de quase descanso total.