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Acertos de uma Miúda

"I felt in love for a whisper, a demon, a torment. I felt in love for a madness."

TAG: 7 Coisas

Primeiramente quero agradecer à Carta Fora do Baralho por me ter desafiado para esta Tag. Algumas questões como ‘coisas que mais digo’ e ‘coisas que faço bem’ foram um pouco difíceis mas acho eu ficou algo de bem feito. Let's get started!

 

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7 coisas para fazer antes de morrer:

1. Tocar num iceberg;

2. Escrever um livro;

3. Fazer parte de uma flash mob;

4. Pintar o cabelo de lilás;

5. Ir ao Japão;

6. Ser hipnotizada;

7. Inventar uma palavra que entre no dicionário.

 

7 coisas que mais digo: 

1. What;

2. Ew;

3. Ok;

4. Não sei;

5. Hmm;

6. Tenho sono;

7. Same.

 

7 coisas que faço bem: 

1. Tostas mistas (idk);

2. Levantar-me cedo;

3. Estudar;

4. Complicar as coisas simples;

5. Dormir;

6. Concentrar-me em coisas completamente estupidas;

7. Escolher músicas.

 

7 coisas que não faço bem:

1. Gerir o tempo;

2. Guardar dinheiro;

3. Exercício físico;

4. Ser paciente;

5. Lidar com a pressão;

6. Afastar-me das relações;

7. Limpezas.

 

7 coisas que me encantam:

1. Inverno

2. Viajar

3. Pessoas engraçadas / simpáticas

4. Sonhar

5. Ler

6. Cidades (principalmente de noite)

7. Estilos clássicos.

 

7 coisas que amo: 

1. Noite;

2. Pastilha elástica;

3. Música;

4. Beethoven;

5. Desenhar;

6. Filmes de drama e ficção cientifica;

7. Escrever.

 

7 coisas que não gosto: 

1. Verão / calor;

2. Injustiças;

3. Falsidade;

4. Insectos;

5. Pessoas egocêntricas e interesseiras;

6. ‘Novo’ acordo ortográfico;

7. Sentir-me a mais.

 

7 blogs que eu indico: 

O que fica por dizer

The Dreams

Please be Good

O silêncio de uma vida

Palavra de Escuteira

One-Size-Bed

Cem-noites

Medo como desculpa

O medo não é uma boa desculpa, é a desculpa que todos usam. Afastam-se por medo, isolam-se por medo, fogem por medo. Eu não. Prefiro ficar no meu canto, quietinha, solitária, ausente do mundo... do que interagir com pessoas, obrigar-me a gostar de alguém que passo a vida inteira sem descobrir quem realmente é. Mas não por medo. As pessoas apenas me esvaziam e eu preciso de sair novamente para me voltar a encher. Sou como uma coleccionadora de ‘quases’ e ‘senãos’, que se sente solitária no meio da multidão. Alguém impossível de entender, mesmo entrando na minha mente.  Alguém que vê todas as manhãs os mesmos fantasmas que na noite anterior teriam assassinado o meu próprio orgulho. Só quero dormir por mil anos, ou simplesmente não existir. Não estar ciente da minha existência, ou algo parecido. Só quero que acabe.