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Acertos de uma Miúda

"I felt in love for a whisper, a demon, a torment. I felt in love for a madness."

Liebster Award

Olá! Então, fui nomeada para outro “Liebster Award” e devo agradecer à Filipa, de Crónicas de uma Psicóloga  por me ter nomeado. Apesar de já ter sido nomeada dia 22 deste mês, só agora é que tive disponibilidade para poder responder.

 

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  1. Escrever 11 factos sobre nós próprios;

  2. Responder às perguntas que nos colocaram;

  3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores;

  4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados;

  5. Colocar a foto do Liebster award no post e respectiva tag;

  6. Enviar o link deste post a quem me nomeou.

 

1 . Escrever 11 factos sobre nós próprios:

  1.  Não gosto de músicas estilo Kizomba. Só ouço rock alternativo ou rock-punk;

  2. Sou o tipo de pessoa que “sofre em silêncio” porque acho que não existe ninguém que consiga entender algo sofre mim que nem eu consigo;

  3. Adoraria adotar uma criança;

  4. Odeio levar vacinas e chora assim que vejo uma seringa;

  5. Odeio estar entre multidões;

  6. Não gosto de gatos;

  7. Ao longo dos anos tenho notado que penso em excesso, e consequentemente, isso leva-me a pensa que há muitos que me odeiam;

  8. Consigo ser uma pessoa muito estranha, nomeadamente quando se trata de conhecer pessoas novas;

  9. Tenho uma biblioteca em casa, e não gosto de ler;

  10. Falo demasiado depressa e, como tal, às vezes só a minha irmã me entende;

  11. Preocupo-me demasiado com o que as pessoas possam pensar de mim, não o demonstrando. 

 

2 . Responder às perguntas que nos colocaram:

  1. Quais são os teus programas de televisão preferidos?

Então... Visto que é raro perder tempo a ver televisão, esta pergunta torna-se difícil. Mas talvez, programas de música, Em Contacto e XFactor USA/UK.

  1. O que pensas da Psicologia?

Psicologia? Algum tipo de ciência que estuda o estado de um individuo em particular, talvez. Talvez, e segundo o que penso, é uma espécie de “maneira” de nos fazer pensar um pensamento e repensa-lo.

  1. Quais são os teus "rituais" para te dar boa sorte?

É uma boa pergunta feita à pessoa errada. Acho que não tenho mesmo nenhum ritual para me dar sorte. E se tenho, nunca me apercebi ou pensei nisso.

  1. Se tivesses de escolher um qual escolhias: Falar com animais ou saber falar todas as línguas do planeta fluentemente? Porquê?

Essa é fácil. Falar todas as línguas do planeta fluentemente. Talvez falar com animais seria mais interessante, mas sempre me interessei muito por línguas. Aprender a saber falá-las todas para mais tarde poder dar uma volta ao mundo.

  1. As pessoas caracterizam-te sendo uma pessoa...?

Refilona. Sou muito refilona mesmo.

  1. Se a partir de agora só pudesses fazer uma coisa, qual seria?

Não percebi se a pergunta era para interpretar como “última coisa a fazer” ou só uma coisa para fazer o resto da vida, por isso vou responder às duas. Se for a primeira, seria experimentar drogas. Caso seja a segunda, acho que escolheria desenhar.

  1. Convidam-te para ir trabalhar para o estrangeiro. Tens que partir daqui a 2 dias. Aceitas? Porquê?

Aceito, mas dependia claro de qual seria o trabalho. Com 2 dias conseguia, perfeitamente, despedir-me de muita gente, e iria mudar a minha rotina completamente, o que seria perfeito.

  1. 3 coisas que gostarias de fazer nos próximos 3 anos.

Ir ao Japão, aprender a fazer surf, andar de balão de ar quente.

  1. Se te dessem apenas 50€ e te deixassem sozinha em Sevilha, o que fazias? P.s ( não podias voltar para Portugal).

Hm... Primeiro, acho que iria procurar alguém que ficasse comigo. Depois, com os 50€ ligava para os meus pais, para me irem buscar.

  1. O que farias se te visses sozinha, perdida, numa ilha ( aparentemente deserta? )

Não conseguia fazer grande coisa pois não sobreviveria muito tempo. Não sei fazer muito sozinha, muito menos numa ilha.

  1. Apple ou Android? eheheh

Gosto muito dos dois, mas talvez apple.

 

3. Nomear 11 blogues com menos de 200 seguidores:

Cantinho da Andreia

Aqui, sem ti

Where is my mind

O que fica por dizer

The dreams

Um mar de pensamentos 

Maria Margarida

O Principezinho 

Palavras de Escuteira

One-Size-Bed

A Framboesa

 

4. Fazer 11 perguntas aos autores dos blogues nomeados:

  1. Um medo ou uma curiosidade sobre o futuro.

  2. O que levas sempre contigo, não importa onde vás?

  3. O que farias com os teus “quinze minutos de fama”?

  4. Sites que visitas todos os dias?

  5. Uma declaração que te deixaria sem reação?

  6. Acreditas no Karma? Porquê?

  7. Uma coisa que te deixa com vergonha.

  8. Arrependes-te de algo que não fizeste?

  9. Se te apagassem a memória todos os dias, mas te pudesses lembrar de uma coisa, qual seria? Porquê?

  10. Acreditas na vida para além da morte? Porquê?

  11. 7 Coisas que querias muito que acontecessem?

 

Porquê, pai?

Talvez eu pense demais. Talvez eu sinta culpa do que não é culpa minha. Talvez eu esteja na rua e julgue sem conhecer. Talvez. Mas, de certeza, que isto não é culpa minha. Desta vez não fui eu que perdi o controlo de mim, não fui eu que me joguei para fora desta pista, não de prepósito. Já considerei a possibilidade de largar tudo, de deixar acontecer uma tragédia... Ou seja lá o que for. Mas não fui eu. Sabes, odeio o facto de que algum dia tudo isto se reduzirá a nada. Vamos acabar recheados de terra. Tudo isto é tão triste, tudo isto me leva a pensar que nada vale a pena. Diz-me, porquê que não permaneces naquilo que e faz bem? No que te mantem os pés firmes a algo? Porquê, pai? Por causa destas tuas “brincadeiras” eu deixei de dar valor aqueles jantares de família. Deixei de te conseguir olhar do mesmo modo. Espero que saibas que, durantes dias, perdi-me só para me tentar encontrar em alguém que eu não sou. Não entendes, aliás, ninguém entende o que sinto, muito menos o que senti quando descobri o que tens feito.

Agora sinto como se tudo isto fosse culpa minha

Acabava o dia e ela queixava-se. Queixava-se do que a suposta amiga fazia, dizia, da dependência que pensava possuir sobre, não só ela, mas todos os outros. E eu não me continha. Dependência nunca foi algo que me fascinasse. Não suporto ter de depender das pessoas, não mesmo. Ninguém nasce colado a ninguém. Mesmo que eu não goste de caminhar sozinho, sei que é melhor do que caminhar ao tentar equilibrar a velocidade e os passos de outro alguém. Porém, não me devia importar tanto com os problemas que não são meus. Tal como chamar alguém de gordo não me torna mais magra, chamar alguém de burro também não me torna mais inteligente e tudo o que eu deveria fazer era resolver os meus problemas. Porque agora sinto como se a culpa fosse minha. E magoa tanto. Faz odiar-me mais a mim própria e eu não quero mais isso. Estou farta de me sentir como lixo. Mesmo quando os problemas não me atraem, eu atraio os problemas...